é falar de Minas,
de BH, do interior do Brasil,
de amizade, da natureza.
É falar de meus amigos e de mim.
De sonhos que não envelhecem,
que têm a cor de vestidos
e de girassóis da cor de cabelos...
De soltar a voz e os pés nas estradas,
por caminhos de ferros
que se mandou acarrancar,
e ver tios na varanda, com o coração lá...
E ainda assim já não querer parar,
pois, caçador de mim, eu sou.
Sim, qualquer dia a gente se vê...
Que notícias me dão dos amigos,
que notícias me dão de você...
Alvoroço em meu coração,
amanhã e depois de amanhã,
pois que nada será como antes,
amanhã...
--------
Israel 11.4.2020
Ouvindo Bituca em tempos de coronavírus
De sonhos que não envelhecem,
que têm a cor de vestidos
e de girassóis da cor de cabelos...
De soltar a voz e os pés nas estradas,
por caminhos de ferros
que se mandou acarrancar,
e ver tios na varanda, com o coração lá...
E ainda assim já não querer parar,
pois, caçador de mim, eu sou.
Sim, qualquer dia a gente se vê...
Que notícias me dão dos amigos,
que notícias me dão de você...
Alvoroço em meu coração,
amanhã e depois de amanhã,
pois que nada será como antes,
amanhã...
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Israel 11.4.2020
Ouvindo Bituca em tempos de coronavírus
Clube da Esquina em Santa Tereza, BH.


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